sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz Câmara Nova!

          Em 2011 será concluída a reforma da sede do Poder Legislativo, a Câmara Municipal, a Casa do Povo, com isso - após muitos anos - funcionários, vereadores e a sociedade terão um espaço digno e condizente com a expectativa de crescimento da cidade.
          Desde já, parabenizo os membros das Comissões de Licitação e Acompanhamento da Obra que apesar das críticas sofridas, conduzem todo o processo de licitação, contratação e execução, com presteza, dedicação e principalmente transparência e legalidade, recebendo como prêmio o aval da rigorosa fiscalização do Tribunal de Contas  e do Ministério Público. Aliás, com do apoio do Ministério Público a nova sede do Parlamento será exemplo para a cidade e Baixada Santista no quesito acessibilidade.
          Está será a maior obra concreta – literalmente -  deixada pelo Excelentíssimo Presidente, José Carlos Rodriguez, no entanto, há muito mais sendo feito, seja administrativamente, seja politicamente, por exemplo: a ação civil pública movida pelo Ministério Público a partir de uma Recomendação expedida em 2008, para redução dos cargos comissionados, foi suspensa – e certamente será extinta -  após audiência conciliatória cujos termos agradaram ambas as partes. Já no campo político destacamos as Leis encaminhadas pelo Executivo, Leis estas que aumentavam alíquotas de impostos de diversos segmentos, no entanto, de forma habilidosa e silenciosa a Câmara convenceu a Prefeitura a diminuir a exação, deixando de fora setores sensíveis da economia local como a saúde, mão-de-obra, iluminação pública.
          Apesar da tragédia que chocou o Legislativo  e toda a cidade, percebe-se que  há algo de novo e especial  na atual Legislatura e que não foi abalado, algo que não se pode ver ou tocar, porém é sensivelmente percebido no comando reeleito,  nas idéias - situacionistas ou oposicionistas - nos debates  antes mais acalorados, agora mornos, porém não menos dignos,  na postura e convivência dos nobres edis.  Algo bom, que se traduzirá na supremacia do interesse público. Seja o que for, venha o que vier: “Adeus ano velho. Feliz Câmara nova!”

          

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